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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

PRÉDIOS FAMOSOS Edifício Esther (Anos 30): Aqui vivia o glamour











PRÉDIOS FAMOSOS

Edifício Esther (Anos 30): Aqui vivia o glamour
Arquitetos: Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho
Galeria de fotos: Conheça o edifício por dentro
ENDEREÇO da modernidade paulistana dos anos 30 aos 60, o Edifício Esther é um marco da arquitetura brasileira e uma referência histórica de São Paulo. Em plena Praça da República, no centro da capital, moraram ali nada menos do que Di Cavalcanti e o lendário cronista social Marcelino de Carvalho. O arquiteto modernista Rino Levi também teve lá seu escritório. Nos anos 50, a efervescente boate Oásis, no subsolo, aglutinava intelectuais. O jornalista Assis Chateaubriand era freqüentador assíduo. Em reuniões no subsolo foram idealizados o Museu de Arte Moderna de São Paulo, o Clubinho dos Artistas, o Instituto dos Arquitetos do Brasil... Que lugar inspirador!
Projetado em 1935 pelos arquitetos cariocas Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho, por encomenda da família Nogueira, proprietária da Usina de Açúcar Esther, o prédio foi concebido para associar à usina uma imagem de modernidade. A construção deveria abrigar os escritórios da empresa, lojas de prestígio, consultórios e unidades residenciais de diferentes tamanhos. A 'encomenda' deu origem ao primeiro prédio realmente moderno do país, de alto luxo, com coberturas de cerca de 500 m2, e o primeiro a ter uso misto, além de apartamentos dúplex. Foi inaugurado em 1936.
Os anos 50 marcaram o auge do glamour do Esther. Nos anos 70, com a deterioração do Centro, o imóvel foi vendido pela família Nogueira e ocupado basicamente por escritórios. Agora, em um movimento de conscientização conduzido pela historiadora Ana Luiza Martins, do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), tem início a restauração.
Ana Luiza adquiriu um apartamento de 87 m2 no Esther há dois anos, tempo exato de impedir a total destruição da construção tombada pelo patrimônio, que já autorizou projeto de recuperação assinado pelo arquiteto Eduardo Colonelli. 'Estavam propondo móveis de Fórmica que seriam fixados no mármore original do hall', indigna-se a historiadora. Ali, se o cobiçoso der sorte, pode achar unidades de R$ 60 mil (apartamentos de 80 m2) a R$ 250 mil, em média, sem garagem (vagas podem ser alugadas).
A nova moradora enfatiza que até a localização do prédio é significativa. 'A Praça da República é um mostruário da boa arquitetura paulistana. Lá estão a escola Caetano de Campos, de Ramos de Azevedo, e obras de Jacques Pillon, Rino Levi e Oscar Niemeyer', observa Ana Luiza. Ela garante que arquitetos, artistas e outros historiadores estão redescobrindo o Esther. Quem sabe, assim, o endereço recupera ao menos parte do glamour perdido.

EDIFÍCIO ESTHER
Autores: arquitetos Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho.
Local: Praça da República, Centro, São Paulo, SP.
Data: 1935-1936.
Estilo: modernista com influência da art déco.
Características: prédio de uso misto, de onze andares, com 103 escritórios e unidades residenciais simples e dúplex.
Foto: Marcello Palhais

12 alimentos que você deve comer em 2012

12 alimentos que você deve comer em 2012

É tradição de algumas grandes marcas lançar, a cada novo ano, um calendário com paisagens paradisíacas ou cobiçadas top models. Inspirados nessa mania, mas moldando-a aos padrões de SAÚDE, decidimos buscar 12 alimentos que ganharam recentemente os louros da ciência para estampar uma reportagem com o que merece ser convidado à mesa em 2012. Eles não foram alinhados com meses específicos para não passar a ideia equivocada de que seu consumo precisa ficar restrito àquele período. Esses 12 itens, que englobam desde frutas até carnes, podem integrar o cardápio ao longo de todo o ano. Então, está na hora de apreciar as curvas do pêssego, que esbanja vitaminas, o bronzeado do feijão, uma belezura em fibras, os cortes suínos mais esbeltos - quanta proteína! - e até a polpa volumosa da melancia, que vai fazer seu coração bater mais forte. Bom apetite e um saudável 2012!

1. Kiwi: O domador da pressão


De origem chinesa, o kiwi cruzou terras e mares até ser colocado à prova em um comparativo feito com a população escandinava. Pesquisadores do Hospital Universitário de oslo, na noruega, recrutaram 118 pessoas na faixa dos 55 anos com a pressão arterial levemente alterada e as dividiram em dois grupos: o primeiro comia uma maçã por dia - seguindo aquela velha máxima de que uma unidade diária da fruta é suficiente para manter distância do médico - e o segundo ingeria três kiwis. dois meses depois, avaliaram os voluntários e descobriram que a turma do chinês verdinho exibia uma pressão mais próxima do ideal. essa vantagem parece estar nos seus altos níveis de luteína, uma substância antioxidante que, além de proteger os olhos, reduziria a inflamação nos vasos sanguíneos. "o consumo de kiwi sozinho não vai controlar a hipertensão, mas ele pode ser incluído na dieta como um lanche ou sobremesa", diz a nutricionista Camila Gracia, do Hospital do Coração, em São Paulo.

2. Carne de porco: Mais magra e saudável


Nas últimas décadas, os porcos passaram por uma espécie de dieta e seu teor de gordura caiu. os cuidados com a criação se aperfeiçoaram e hoje é difícil comprar um corte no supermercado correndo o risco de pegar um parasita. nessa onda contra o preconceito, a carne suína mostra que às vezes é uma melhor opção para quem quer manter o peso ou as taxas de colesterol adequadas. Basta lembrar que o lombo, por exemplo, carrega menos gordura que uma picanha bovina. "Cortes suínos magros são ricos em proteína e em vitaminas do complexo B, que zelam pela pele, fígado e sistema nervoso", conta a nutricionista Mirella Pasqualin, da rG nutri, em São Paulo.
Dicas de consumo
Há cortes suínos magros e outros bem gordos. Se deseja manter a linha, prefira a bisteca e o lombo ao pernil e à costela. Assim você leva menos calorias e gordura saturada, aquela que faz mal ao coração, para o prato. E, em vez da fritura, opte pelo preparo no forno.

3. Rúcula: Folha antigastrite

A rúcula é cultuada há séculos pelos povos do mediterrâneo por seus poderes digestivos e até afrodisíacos. Pois em matéria de estômago a hortaliça merece mesmo o crédito. Cientistas da Universidade King Saud, na Arábia Saudita, testaram o extrato do vegetal em ratos e notaram que ele tem um potente efeito contra gastrites e úlceras. Isso sugere, especialmente a quem sofre daquela queimação, que a rúcula ajuda a apagar o problema. Segundo os árabes, a folha trabalha modulando a inflamação no estômago. "Além de vitaminas e minerais, ela tem ômega-3, gordura de atividade anti-inflamatória", diz a nutricionista Mariana Excel, do Hospital Samaritano de São Paulo. Aproveite a rúcula em saladas de uma a duas vezes ao dia. "Só evite picá-la, porque assim ela perde mais rápido suas propriedades", orienta Mariana. A quem bate o pé para o seu gosto forte, que tal degustá-la sobre uma pizza?

4. Acerola: Pequena guardiã de genoma

A acerola é famosa por ser um reduto de vitamina C e outros compostos que fazem a segurança das nossas células. Em laboratório, uma equipe da Universidade Luterana do Brasil, em Canoas, no rio Grande do Sul, decidiu mensurar seus componentes e seu efeito sobre o nosso dna comparando as frutas verde e madura. "Embora a verde tenha mais vitamina C, encontramos mais flavonoides, que também são antioxidantes, na madura", conta a bióloga juliana da Silva. "Essas substâncias protegem o genoma de alterações causadas pelos radicais livres", diz. Isso se traduz, em tese, em menor risco de uma série de doenças ligadas ao envelhecimento. Como ninguém come acerola verde, aposte na vermelha especialmente nos sucos - uma forma de driblar a acidez. Também dá para lançar mão da polpa congelada, já que as doses de vitamina C não caem muito.

5. Aveia: Ceral multiprevenção

A aveia foi catalogada como um dos primeiros alimentos funcionais da história, porque, além de dar energia ao organismo, fornece substâncias capazes de evitar doenças. o grande diferencial desse grão é ser carregado de uma fibra solúvel, a betaglucana, que reduz o colesterol ruim, auxilia a controlar a carga de açúcar no sangue e até diminuiria o risco de alguns tumores. Com o objetivo de maximizar esse poder preventivo, estudiosos da Universidade Federal do rio Grande do Sul estão modificando o alimento para elevar a quantidade desse nutriente. "Queremos ampliar o teor de betaglucana de 4,5 para 8%, sem afetar os demais componentes nem alterar seu sabor", esclarece o agrônomo luiz Carlos Federizzi, responsável pelo projeto. assim, será possível comer menos aveia no dia a dia para conquistar seus múltiplos benefícios.
Dicas de consumo
Esse cereal é extremamente versátil. Pode ser misturado a frutas, iogurtes e vitaminas, assim como incorporado a receitas de pães, tortas e bolos. Dá para salpicá-lo não apenas sobre doces mas também em saladas e pratos salgados. Está disponível nas formas de farinha, farelo e flocos.

6. Romã: Sorte para os vasos

Algumas famílias cultivam o hábito de saborear sementes de romã na virada do ano para serem abençoadas com sorte e fortuna na nova temporada. essa superstição pode ser levada a sério e adotada ao longo do ano se você quiser dar uma força ao controle da pressão e dos níveis de gordura no sangue. em um estudo israelense com pessoas em tratamento de insuficiência renal, o suco da fruta ajudou a relaxar os vasos e livrá-los de lesões. ao que tudo indica, a romã in natura apresentaria efeito parecido graças a seus antioxidantes. "notamos que ela diminui os triglicérides e aumenta o colesterol bom", conta Shema lilach, pesquisadora do Western Galilee Hospital, em israel.

7. Melância
: Vai uma fatia para o coração?

Um trabalho da Universidade de Kentucky, nos estados Unidos, revela que a melancia presta um belo serviço à circulação sanguínea. em um experimento com o seu suco administrado a cobaias, os especialistas perceberam que o preparo fez diminuir a massa gorda e a formação de placas nos vasos. "a própria fruta também deve exercer esse desempenho", diz o líder do estudo, Sibu Saha. ora, a melancia é rica em citrulina, substância que, dentro do corpo, aciona um mecanismo de relaxamento das artérias. de acordo com a nutricionista regina Pereira, da Sociedade de Cardiologia do estado de São Paulo, ela se encontra tanto na parte vermelha quanto na branca. "Como a fruta tem bastante açúcar, é melhor consumir entre as refeições para evitar picos glicêmicos", recomenda.

8. Feijão: Grão de fibra

O último vigitel - enquete telefônica realizada em todo o país pelo Ministério da Saúde - constatou que o brasileiro está comendo cada vez menos feijão. Se você é integrante desse movimento, trate de reconvid-lo à rotina. o grão - e isso vale para todas as variedades - guarda proteína, fibras e minerais como o ferro, que afasta a anemia. "Mesmo quem está de regime pode consumilo, uma vez que ele contribui para a saciedade e ajuda a preservar a massa magra", aconselha a nutricionista Carolina duarte, da clínica nutrício, em Belo Horizonte.
Dica de consumo
Para aproveitar melhor o feijão, deixe-o de molho por 12 horas, jogue a água fora, lave mais uma vez os grãos e cozinhe-os com água nova. "Isso elimina substâncias que atrapalham a absorção dos nutrientes e ainda ajuda, mais tarde, a reduzir os gases", diz Carolina. Há indícios de que botar folhas de louro na hora do cozimento também minimizaria flatulências.

9. Café: Goles que espantam o câncer


O cafezinho não afugenta só aquela preguiça. Bastante investigado nos últimos anos, ele vem demonstrando que defende o coração, afasta a depressão e, agora sim, lá vem notícia: até ajuda a impedir o surgimento de certos tumores. a chancela vem de um estudo da respeitada Universidade Harvard, que averiguou dados de cerca de 67 mil americanas. entre aquelas que bebiam mais de quatro xícaras por dia, observou-se um risco 25% menor de ter um câncer no endométrio, tecido que reveste o útero. Muito café? Pois saiba que as mulheres que tomaram duas xícaras tiveram um risco 7% menor. "a bebida tem um alto poder antioxidante e anti-inflamatório, o que justificaria sua proteção contra alguns tipos de câncer", afirma a nutricionista Youjin je, uma das autoras do trabalho, que não levou em conta o tipo de café nem o preparo.
Dica de consumo
Procure sempre tomar o café logo depois de pronto - e isso vale tanto para a bebida coada quanto para o expresso. Evite deixá-lo em garrafas térmicas, principalmente se estiver adoçado. Aliás, para tirar proveito dos seus compostos protetores, maneire no açúcar ou adoçante e nunca coloque cremes ou chantilly.

10. Pêssego: Bonito, não só na aparência


Quando a gente pensa em pêssego, vem à cabeça uma fruta linda e suculenta. Só que a realidade nem sempre é a mesma: por vezes deparamos com exemplares mirrados, sem cor, ácidos e que ainda estragam em pouco tempo. a empresa Brasileira de Pesquisa agropecuária desenvolveu novos cultivares com pêssegos mais vistosos, carnudos e doces, algo que ajuda a driblar de vez as resistências ao alimento. "essas mudanças são ótimas porque estimulam o consumo de uma fruta pouco calórica e repleta de antioxidantes e fibras", opina a nutricionista Carolina duarte.

11. Ovo: Da galinha para cuca

Os ovos já foram resgatados do ostracismo na culinária saudável, mas ganham ainda mais reconhecimento com uma descoberta da professora de neurologia Rhoda Au e colegas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. Eles decifraram um elo entre a ingestão de colina, substância encontrada sobretudo na gema, e uma maior proteção do cérebro contra o avançar da idade. "Ela é precursora da acetilcolina, essencial à transmissão dos impulsos nervosos", explica Rhoda. Sabe-se que portadores de Alzheimer possuem uma menor concentração desse mensageiro químico.
Dica de consumo
Pessoas com diabete ou alto risco cardíaco devem se limitar a três unidades de ovo por semana. Mas mesmo livre de problemas vale evitar o abuso no dia a dia, por causa do colesterol e da gordura. Em vez de fritar, dê preferência ao ovo cozido ou pochê, feito com água. No preparo de ovos mexidos e omeletes, use pouquíssimo óleo.

12. Iogurte: Hóspedes especiais


Não param de sair pesquisas esmiuçando a importância dos probióticos, bactérias benignas presentes em iogurtes e leites fermentados, na prevenção e no controle de males que vão de constipação a obesidade. Nessa linha, cientistas da Universidade de Washington, em solo americano, flagraram em ratos que o consumo de probióticos interfere no aproveitamento de nutrientes no intestino, o que pode ajudar a entender o impacto desses micro-organismos na regulação do corpo e na manutenção do peso. "Isso precisa ser avaliado em seres humanos, mas já sabemos que os probióticos melhoram a nossa flora e a imunidade", diz o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista.
Dica de consumo
Nem todo iogurte tem bactérias probióticas. Por isso, trate de verificar o rótulo dos produtos, que informa se eles pertencem ou não a essa categoria. Para obter seus benefícios, eles devem ser consumidos diariamente.


LE TRAIN BLEU AFRIQUE DU SUD




















BRUNELLO E BAROLO

BRUNELLO E BAROLO

Quando il vino seduce l'America......Il podio è tutto straniero, con un Pinot Noir californiano della Sonoma Coast e un Cabernet Sauvignon della Napa Valley al primo e al secondo posto, e un francese del Vouvray a occupare il gradino più basso. Ma mai come quest’anno la Top 100 dei vini 2011 stilata da Wine Spectator parla italiano...Ben venti delle migliori cento etichette selezionate dalla influente rivista americana arrivano dal Belpaese: una su cinque, il doppio di quanto era successo l’anno scorso. Al quarto posto c’è il Brunello di Montalcino 2006 Campogiovanni di Agricola San Felice («un rosso intenso, estroverso e complesso», dicono i palati dei critici), all’ottavo il Barolo Ciabot Mentin Ginestra 2006 di Domenico Clerico («un gigante denso e potente, che sta ancora covando»).



Dunque, Brunello e Barolo. I due territori più importanti dell’Italia vinicola si confermano assi pigliatutto nella classifica della rivista. I toscani vantano un poker: oltre al Capogiovanni, c’è la Togata di Tenuta Carlina al diciassettesimo posto, La Serena al numero 24 e la Tenuta Nuova di Casanova di Neri al 56. I piemontesi, invece, calano un tris: insieme con il Ciabot Mentin Ginestra, troviamo il Serralunga 2006 di Rivetto che si è conquista il sedicesimo posto e il Barolo 2006 dei Fratelli Revello al numero 57.



Poi arrivano il Chianti classico, il Barbaresco e le altre aree nostrane baciate da Bacco come la Maremma e Bolgheri in Toscana, la Valpolicella in Veneto, il Salento pugliese, l’Irpinia campana e ancora le Langhe piemontesi che portano in classifica anche una inedita Barbera d’Alba. C’è una curiosità: l’unico produttore premiato con due vini nella Top 100 è italiano ed è Allegrini (con il Veronese Palazzo della Torre 2008 e il Bolgheri Sondraia 2008 Poggio al Tesoro), famiglia che a Montalcino possiede anche Poggio San Polo.



Il gioco delle classifiche ha tanti estimatori, quanti detrattori. Ma una cosa è certa: anche quest’anno le nostre uve (e la nostra tradizione) hanno fatto la loro parte. «Il riconoscimento che ci arriva da Oltreoceano - dice Ezio Rivella, presidente del Consorzio del Brunello - oltre a confermare l’alto livello raggiunto dai produttori montalcinesi, è l’ennesima testimonianza che quella del 2006 è stata per il nostro vino una delle migliori annate di sempre».



Un giudizio analogo arriva da Pietro Ratti, presidente del Consorzio del Barolo: «Avere un Barolo nei primi dieci e altri due in classifica è come un sigillo che certifica l’importanza del nostro vino per gli intenditori di tutto il mondo». Se poi ci aggiungiamo che un’altra rivista-cult come The Wine Advocate di Robert Parker ha appena assegnato il massimo punteggio - 100 - al Monfortino 2004 di Giacomo Conterno, la soddisfazione in terra di Langa è ancora più completa.



Wine Spectator è una specie di bibbia popolare, la rivista enologica più venduta al mondo. La sua «Top 100» ha debuttato nel 1988 ed è presto diventata una classifica in grado di orientare sul serio il mercato globale del vino. La selezione avviene ogni anno secondo tre criteri: la qualità (rappresentata dal punteggio assegnato), il valore (prezzo), e un «fattore x» che i critici della rivista definiscono «excitement». Senza l’«x factor» anche il vino diventa una bevanda qualunque.

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Brunello e Barolo

Quando o vinho seduz América ...... O pódio é tudo estrangeiro, com um Pinot Noir de Sonoma Coast of California e um Cabernet Sauvignon de Napa Valley para o primeiro e segundo lugar, e um Vouvray francês a ocupar o passo mais baixo. Mas nunca como este ano o Top 100 vinhos de 2011 compilados pela Wine Spectator fala italiano ... Vinte cem dos melhores rótulos selecionados pela influente revista americana proveniente do belo país: um em cada cinco, o dobro do que tinha acontecido no ano passado . Em quarto lugar está o Brunello di Montalcino 2006 Campogiovanni de Agricola San Felice ("um vermelho profundo, de saída e complexo", disse o paladar dos críticos), oitavo Barolo Ciabot Mentine Broom 2006 Domenico Clerico ("um gigante densa e poderosa, que ainda é latente. ")

Então, Brunello e Barolo. As duas regiões mais importantes da Itália são confirmadas vinho tomar no ranking da revista. Os toscanos têm uma Capogiovanni de poker, além disso, há Togata Tenuta Carlina em décimo sétimo lugar, La Serena, no número 24 e o selo de negros em Nova Casanova 56. Os piemonteses, no entanto, a queda de um tipo: juntamente com o Mentine Ciabot Broom, 2006 por Serralunga são os rebites que ganhou o décimo sexto eo Fratelli Revello Barolo 2006, no número 57.

Depois veio o Chianti clássico, Barbaresco e homegrown outras áreas beijado por Baco como o Maremma e Bolgheri em Toscana, Valpolicella no Veneto, Puglia Salento, Campania e Langhe Irpinia ainda lidera na classificação também um Barbera sem precedentes Alba. Há uma curiosidade: o único fabricante com dois vinhos premiados no Top 100 é italiano e Allegrini (com a Veronese Palazzo della Torre 2008 e 2008 Sondraia Bolgheri Poggio al Tesoro), também tem família em Montalcino Poggio San Polo.

O jogo tem assim muitos admiradores das paradas, muitos detratores. Mas uma coisa é certa: este ano nossas uvas (e nossa tradição) ter feito a sua parte. "O reconhecimento que vem do exterior - diz Ezio Rivelles, presidente do Consórcio de Brunello - além de confirmar o alto nível alcançado pelos produtores de Montalcino, é ainda mais evidências de que 2006 foi um dos nossos vinhos para uma das melhores safras como sempre. "

Opinião semelhante vem de Pietro Ratti, presidente do Consorzio del Barolo: "Ter um Barolo entre os dez primeiros e mais dois na classificação é como um selo que certifica a importância do nosso vinho conhecedores de todo o mundo." Se, então, acrescentar que outra revista cult-como o Wine Advocate de Robert Parker acaba de atribuir a pontuação máxima - 100 - 2004 para Monfortino Giacomo Conterno, a satisfação em Langa é ainda mais completo.

Wine Spectator é uma espécie de pessoas da Bíblia, a revista o melhor do mundo do vinho venda. Seu "Top 100" estreou em 1988 e rapidamente tornou-se um ranking sério pode orientar o mercado mundial de vinho. A seleção acontece a cada ano de acordo com três critérios: qualidade (representada pela pontuação atribuída), o valor (preço), e um "fator X" que os críticos da chamada revista "emoção". Sem o''x factor "também se torna uma bebida qualquer vinho.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

HSM NA EXPOMANAGEMENT 2011 EM NOVEMBRO

Maremonti Jardins

Uma flor para Nelson Cavaquinho


dia 3/11 - quinta
19h Benito de Paula e Marcos Sacramento
Dois sambistas de gerações diferentes.
Entrada franca - retirada de ingressos: na bilheteria (terça a domingo, das 10h às 22h), somente na semana da apresentação
Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)


4/11 - sexta
19h Ângela Rorô e Cida Moreira
O espetáculo conta com apresentações solo das duas cantoras e pianistas, além de performances com a banda.
Entrada franca - retirada de ingressos: na bilheteria (terça a domingo, das 10h às 22h), somente na semana da apresentação
Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)



dia 5/11 - sábado
19h Zezé Motta e Felipe Catto
As vozes reunidas de dois cantores que têm em comum a experiência da dramaturgia.
Entrada franca - retirada de ingressos: na bilheteria (terça a domingo, das 10h às 22h), somente na semana da apresentação
Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)


dia 6/11 - domingo
18h Teresa Cristina, Verônica Ferriani e Graça Braga
Três damas da nova geração do samba.
Entrada franca - retirada de ingressos: na bilheteria (terça a domingo, das 10h às 22h), somente na semana da apresentação
Sala Adoniran Barbosa (631 lugares)


Centro Cultural São Paulo

www.centrocultural.sp.gov.br/

 Rua Vergueiro, 1000 São Paulo, 01504-000

(0xx)11 3397-4002

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Miolo concretiza fusão de suas empresas

O Grupo Miolo concluiu a operação de fusão iniciada em outubro de 2009, a partir da aquisição conjunta da Vinícola Almadén com as famílias Randon e Lovara. A empresa anuncia a criação da Miolo Wines S/A, que será a controladora de todos os empreendimentos do grupo, reunindo participações das famílias Miolo, Randon e Benedetti/Tecchio.

A fusão torna o grupo mais forte e preparado para atender um mercado cada vez mais promissor, na medida em que o Brasil passa por um momento importante de crescimento econômico. Além disso, a fusão proporcionará uma maior penetração nos mercados internacionais (atualmente os produtos Miolo são exportados para mais de 30 países). Um dos objetivos é chegar em 2020 com 30% da produção destinada ao mercado internacional.

O grupo também se prepara para chegar em 2020 com faturamento anual de R$ 500 milhões, consolidando sua posição como líder nacional na produção de vinhos finos e espumantes e visando estar entre os três maiores grupos de vinhos da América do Sul. Em oito anos, a empresa projeta elaborar e comercializar, por ano, 20 milhões de litros de vinhos finos e espumantes, um milhão de litros de brandy e possuir 2 mil hectares de vinhedos próprios.

“Estou muito satisfeito em ver que a nossa empresa, de centenária tradição vitivinícola, cresceu muito nesses últimos anos e agora com essa importante fusão terá a possibilidade de se tornar uma grande empresa a nível mundial”, afirma Darcy Miolo, presidente do Conselho de Administração da empresa.

O grupo, de capital fechado, integrará quatro empresas de produção em três regiões brasileiras: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos/RS), Projeto Seival Estate e Vinícola Almadén (Campanha/RS) e Vinícola Ouro Verde (Vale do São Francisco/BA), além da comercializadora Miolo Wine Group.

Atualmente, o novo grupo possui 1,2 mil hectares de vinhedos próprios, produção de 12 milhões de litros de vinhos finos e espumantes e 300 mil litros de brandy, além de um quadro de 650 funcionários diretos. O faturamento previsto para 2011 deve atingir R$ 120 milhões.

Para concretizar essa fusão que teve inicio em 2009, os sócios contrataram a PricewaterhouseCoopers, a psicóloga e consultora Magda Geyer Ehlers para fazer a profissionalização e sucessão familiar, o advogado gaúcho Zulmar Neves, o economista Carlos Rossi e o assessor contábil Adelar Colombo. Os profissionais apoiaram na criação do melhor modelo societário visando preparar a empresa para dar continuidade ao seu plano de expansão.

A família Miolo permanece com o controle acionário do grupo e passa a contar com sócios com experiência muito sólida no mundo empresarial. A família Randon e a Lovara ingressam como importantes sócios estratégicos. Raul Randon é o fundador das empresas Randon, grupo classificado entre os mais importantes no setor de transporte para cargas terrestres, também atuante nos segmentos de autopeças e sistemas automotivos, além dos serviços de consórcio e banco. A Lovara, de propriedade das famílias Benedetti/Tecchio, é parceira da Miolo de longa data, desde a aquisição da Vinícola Ouro Verde, no ano 2000. A relação com a família Randon também já é antiga, a partir da elaboração do vinho RAR, iniciada em conjunto com a Miolo em 2002.

“Nós trabalhamos intensamente nestes últimos dois anos o conceito da fusão das empresas vinícolas, seguindo o exemplo ensinado pelo empresário Raul Randon. Isso possibilitará ganhar musculatura para enfrentar os desafios de competir no mercado de consumo”, afirma João Benedetti, integrante do Conselho de Administração.

Acredito muito no negócio do vinho no Brasil. Esse ainda é um setor muito jovem, e precisamos ter empresas fortes e bem preparadas para ter um crescimento que faça frente ao desafio de desenvolver o setor no futuro,” diz Raul Randon, integrante do Conselho de Administração.

Conforme Adriano Miolo, superintendente do grupo, a fusão propiciará uma série de sinergias nas questões financeira, tributária, de produção, de mercado e de portfólio. “O grupo contará com três marcas fortes: a Miolo fortalecerá seu conceito de marca de vinhos Premium. A Terranova, com conceito jovem e inovador, e a marca Almadén será potencializada no seu conceito de excelente relação custo-benefício”, afirma.

O novo modelo também impulsionará a empresa a dar continuidade à sua trajetória de expressivo crescimento ocorrido na última década. Antes do ano 2000, a Miolo faturava menos de R$ 1 milhão e chegou em 2010 com faturamento de 100 milhões, crescendo 100 vezes em 10 anos, e pretende crescer mais cinco vezes nesta década.

Divulgação: Moglia Comunicação Empresarial - Tel.: (51) 3029.3249
(51) 9689.6109

Thais Zanchettin -http://thaiszanchettin@moglia.com.br/

http://www.moglia.com.br/

Moët apresenta seu novo objeto de desejo

Para dar ainda mais charme às celebrações do fim de ano, a Moët criou o atraente estojo, Moët The Gift. O mais novo item da marca desembarca no Brasil e, além de lindo, é um item de serviço indispensável, um estojo isotérmico em formato de caixa de presente que mantém a temperatura da garrafa gelada por até 2 horas.

O Moët The Gift abriga uma garrafa do champagne Moët Brut Impérial e ainda se transforma em um cooler.

O novo ícone das grandes celebrações, Moët The Gift, será vendido apenas em lojas especializadas pelo preço sugerido de R$250,00.


SAC Moët & Chandon - (11) 3062-8388
moet@lvmh.com.br
http://www.moet.com/

terça-feira, 1 de novembro de 2011

II Simpósio Nacional de Direito Empresaria​l 2011

II Simpósio Nacional de Direito Empresarial - 35 Anos da Lei da S/A

O II Simpósio Nacional de Direito Empresarial pretende analisar a Lei das Sociedades por Ações, neste ano comemorativo do 35° aniversário de sua vigência. Considerada por juristas nacionais e internacionais como uma das melhores leis de nosso País, o Simpósio irá abordar questões contemporâneas da LSA, do Mercado de Capitais e Governança Corporativa. Os últimos painéis serão dedicados a reflexão sobre as recentes alterações na LSA e o que poderia mudar.

Coordenação
Coordenação Acadêmica:
Paulo Fernando Campos Salles de Toledo
Marcelo Vieira von Adamek
Marcelo Godke Veiga

Programa

8h30 – Credenciamento

9h às 10h15 - 1º painel - LSA E MERCADO DE CAPITAIS

Presidente da Mesa:

 · Ives Gandra da Silva Martins: Doutor em Direito. Presidente Honorário do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

Expositores:

· Modesto Carvalhosa: Doutor e Livre-Docente/USP .
· Otavio Yazbek: Doutor em Direito/USP. Diretor da Comissão de Valores Mobiliários. Professor da FGV Law e do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

Debatedor:

· Nelson Eizirik: Bacharel em Direito UFRGS. Mestre/PUC-RIO. Membro da Câmara de Arbitragem do Mercado (BOVESPA)

10h15 às 10h45 – Intervalo

10h45 às 12h - 2º painel - LSA E COMPANHIAS FECHADAS

Presidente da Mesa:

· Manoel de Queiroz Pereira Calças: Doutor e Mestre em Direito/ PUC –SP. Professor da PUC/SP e do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS. Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Expositores:

· Marcelo Vieira von Adamek: Doutor e Mestre/USP. Coordenador e Professor do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

 · Luiz Antônio de Sampaio Campos: Graduado em Direito - Universidade Cândido Mendes. Advogado. Diretor da Comissão de Valores Mobiliários de 2001 à 2004.

Debatedor:

 · Eduardo Secchi Munhoz: Professor Doutor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Advogado e Doutor em Direito Comercial.

12h às 14h – Almoço

14h às 15h - 3º painel - LSA E GOVERNANÇA CORPORATIVA

Presidente de Mesa:

· Marcelo Trindade: Doutorando em Direito Comercial pela USP. Mestre em Direito Privado pela UFRGS. Especialista em Direito Empresarial pela UFRGS.

Expositores:

· João Laudo de Camargo: Direito/PUC-Rio. Mestre em Direito Comparado pela George Washington University.
· Paulo Fernando Campos Salles de Toledo: Doutor e Mestre/USP. Coordenador e Professor do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito doIICS. Professor Doutor da Faculdade de Direito da Universidade São Paulo. Desembargador do Tribunal de Justiça de SP, aposentado.

Debatedor:

Walfrido Jorge Warde Jr.: Doutor e Mestre em Direito/USP. Mestrado - LL.M, General Studies - New York University School of Law. Professor do Centro de Extensão Universitária- Departamento de Direito do IICS.

15h às 15h30 – Intervalo

15h30 às 16h30 - 4º painel - LSA E SUAS RECENTES ALTERAÇÕES

Presidente de Mesa:

· Mauro Rodrigues Penteado: Livre-Docente em Direito, Doutor e Mestre/USP. Professor de Direito Comercial/USP e do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.
Expositores:

· Marcelo Godke Veiga: Doutorando em Direito, Universiteit van Amsterdam (Holanda). Mestre em Direito Universiteit Leiden (Holanda) e Columbia University School Of Law. Especialista em Direito dos Contratos, CEU-IICS. Coordenador e professor do ALP-M&A do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

· Francisco Satiro de Souza Junior: Doutor em Direito/USP. Coordenador do IBRADEMP. Professor da USP, GVLaw, e do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

 Debatedor:

· José Alexandre Tavares Guerreiro: Doutor e Mestre em Direito/USP. Arbitragem Comercial Internacional (Paris, Londres e Haia). Professor do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

16h30 às 17h30 - 5º painel - LSA: O QUE DEVE MUDAR?

Presidente de Mesa:

· Paulo Aragão: Professor: Ex-Superintendente Jurídico da Comissão de Valores Mobiliários. Vice-Presidente da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&FBovespa. Professor convidado do IBMEC, FGV e CEU- IICS.

Expositores:

· Fábio Ulhoa Coelho: Livre Docente, Doutor e Mestre/PUC-SP. Professor universitário.
· Calixto Salomão Filho: Doutor pela Universidade de Roma. Livre Docente/USP. Professor na FADUSP.

Debatedor:

· Erasmo Valladão: Doutor e Mestre/USP. Advogado em São Paulo. Professor na FADUSP. Professor do Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do IICS.

Certificado:
Serão emitidos pelo Centro de Extensão Universitária (Departamento de Direito do IICS)

Calendário
10 de novembro de 2011 (5ª-feira) - das 8h30 às 18h00.

Apoiadores: IBR IBGC,IDSA, AASP, RT,  LexMagister, Cenofisco, Fecomercio.

Local de realização:
Centro de Extensão Universitária - Departamento de Direito do Instituto Internacional de Ciências Sociais – IICS
Rua Maestro Cardim, 370 - Bela Vista - São Paulo SP - CEP 01323-000
Informações: http://www.iics.edu.br/direito  ou pelos telefones (11) 2104-0122 e (11) 2104-0148.
*Programação sujeita a alteração