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segunda-feira, 12 de março de 2012

Negócios do Vinho - ABS São Paulo - Curso para profissionais Tomadores de Decisão e Gerenciamento


Endereçado para profissionais de publicidade, promoção, merchandising, pesquisa de mercado, e-commerce e business inteligence, a ABS-São Paulo disponibiliza a partir de abril de 2012, toda sua especialidade já comprovada em seus cursos profissionalizantes para sommeliers, agora também a formação de profissionais do negócio do vinho.

Curso que estava disponível até o ano passado na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, agora se desenvolve com uma grade totalmente inovadora e profissionalizante, na própria sede da ABS - São Paulo no bairro de Vila Olímpia.

Dentre os profissionais escolhidos para ministrar as aulas, os mais renomados e atuantes da atualidade, estarão durante um ano, formando e informando recursos humanos especializados na modalidade "NEGÓCIO", numa área extremamente carente em tomadores de decisão e administradores, trazendo autonomia administrativa a esta cadeia de negócio tão em alta no Brasil que é o vinho.

As reservas já estão sendo aceitas e para isto basta entrar em contato com ABS-SP tel (11) 3814-7853 (Claire ou Priscilla)


Mais informações:
Fone: (11)  5092-3248
crisneves-informativo@cristinaneves.com.br
www.cristinaneves.com.br

Curso de vinhos WinePRO - Março

Sabatina com Alex Atala

O Chef de Cozinha Alex Atala fala sobre o seu trabalho e sobre a projeção internacional da cozinha e dos ingredientes nacionais.

Sexta- Feira dia 16/03/12 às 16h
Local: Centro Britânico Brasileiro
Rua: Ferreira de Araújo, 741
Pinheiros - São Paulo

Informações: Incrições (11) 3224-3473
(das 14h às 19h)
e-mail: eventofolha@grupofolha.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Circuito carioca de feiras orgânicas


Feiras orgânicas: Bairro Peixoto, Glória, Ipanema, Jardim Botânico, Leblon e Tijuca

DECRETO N° 35064 DE 25 DE JANEIRO DE 2012 - Dispõe sobre a criação do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas.

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor e,

CONSIDERANDO a necessidade de atender a demanda dos cidadãos cariocas, que cresce em importância a cada dia, em função da busca por uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras, a segurança alimentar e nutricional, a proteção ao meio ambiente e a construção de um desenvolvimento sustentável
;
CONSIDERANDO o interesse público em autorizar o funcionamento do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, tendo em vista a sua importância para o escoamento da produção de pequenos produtores rurais da capital e interior do Estado do Rio de Janeiro;

CONSIDERANDO que a agricultura orgânica é uma atividade regulamentada pela Lei nº 10.831 de 23/12/2003 em todo o território nacional, não usa agrotóxicos e emprega três vezes mais mão-de-obra que a agricultura convencional, promovendo o fortalecimento da agricultura familiar e a redução do êxodo rural.

CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o exercício e o funcionamento da atividade em logradouros públicos, conforme consta no processo nº 23/000.114/2010;

DECRETA
:
Art. 1.º Fica criado o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas na Cidade do Rio de Janeiro.

Art. 2.º O Circuito Carioca de Feiras Orgânicas será regulamentado por ação conjunta da Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário - SEDES e da Secretaria Especial da Ordem pública – SEOP, por meio de Resolução.

Art. 3.º Este Decreto entra em vigor no prazo de 60 dias, contados a partir da data de publicação do presente decreto.

Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 2012; 447.º ano da fundação da Cidade.

EDUARDO PAES

Fonte:http:///doweb.rio.rj.gov.br/

Vinhos Brancos e Roses na D.O Brasil dia 11 de Fevereiro


Refresque-seneste verão com qualidade!

A D.O.Brasil oferece, neste sábado, 11 de fevereiro, duas alternativas chilenasmaravilhosamente refrescantes e indicadas para as altas temperaturas que vimosenfrentando ultimamente.

 A vinícola Terranoble, inaugurada por quatro empresários chilenos em 1993, possuimodernas instalações vinícolas e 90 hectares de vinhedos meticulosamente cuidadosno Valle de Maule, que gera vinhos concentrados, porém mais firmes e frescos doque nas zonas do norte do Chile. Os vinhos da linha básica Terranoble encontrampoucos rivais no mercado na relação preço/prazer.

O Terranoble Varietal Chardonnay apresenta uma coloração amarelo pálido, aromasde frutas maduras, especialmente abacaxi, com notas amanteigadas com baunilha ena boca é um vinho de estilo fresco e frutado e muito agradável de beber.

O Terranoble Varietal Sauvignon Blanc apresenta-se com um amarelo pálidoesverdeado brilhante. Na boca, encontramos notas de frutas tropicais e pêssego.Muito frutado e fresco, de uma equilibrada acidez natural e larga permanênciana boca.

Ambos não passaram em carvalho e a temperatura ideal de serviço é entre 7° e 8°C.

Neste sábado apenas vamos ofertar estes produtos por apenas R$ 20,00! Tentaçãoimperdível!

 Marcelo Cristovam

Consultor de Vendas
Somellier
D.O.Brasil Vinhos,Sucos e Espumantes
3052-0507
3051-5156
6921-2332
Rua Tomas Carvalhal,620, Paraiso - SP
marcelo@vinhosdobrasil,net

www.vinhosdobrasil.net


Vinho chines supera bebidas de Bordeaux no Decanter World Wine

Um vinho chinês surpreendeu e venceu um renomado concurso promovido pela revista britânica Decanter, batendo outros vinhos franceses na mesma categoria.

O Cabernet Dry Red 2009 (Jia Bei Lan) foi o primeiro vinho chinês da história a vencer o Decanter World Wine na categoria de vinhos na mais alta faixa de preços.

Os profissionais do vinhedo He Lan Qing Xue, na Província Ningxia, no norte da China, comemoraram o recebimento do prêmio, em uma cerimônia em Londres.

O consultor de vinho Demei Li, que tem passagens por vinhedos na França e ajudou a criar o vinho chinês, diz que a China não possui um clima "adequado para produzir a bebida".

Assim como a Europa, o país possui um clima continental, com verões de calor intenso e invernos muito frios.

No entanto, as temperaturas são mais extremas. No inverno, as videiras precisam ser escondidas sob o solo para ficar protegidas do frio.

China x França?O Jia Bei Lan é uma mescla das uvas bordalesas cabernet Sauvignon, merlot e cabernet gernicht, que especialistas acreditam ser uma parente da cabernet franc ou carmenère.

Os jurados do concurso descreveram o vinho como "suculento, gracioso e com aromas de fruta madura, mas não carnudo" e elogiaram a sua "excelente persistência e seus taninos firmes".

Porém, o produtor chinês afirma que o vinho "não está tentando competir com os vinhos de Bordeaux, como os Grands Crus".

Demei diz que o vinho, com sabores de fruta e carvalho, é equilibrado e apropriado ao gosto chinês.
Com o triunfo, Demei espera oportunidades para venda em hotéis e restaurantes nos exterior.

- O prêmio será muito útil para vender o vinho e desenvolver a marca".

O próximo passo da vinícola será desenvolver vinho branco.

Produção local Atualmente, o vinho só é vendido na China, em produção limitada, a um preço equivalente a R$ 35.

Apenas 20 mil garrafas da safra 2009 foram produzidas.

Demei espera que o prêmio incentive outros produtores chineses a expandir sua atuação, inclusive por meio de parcerias com o vinhedo He Lan Qing Xue.

Um estudo feito pela Vinexpo, organizadora de uma das principais feiras de vinho do mundo, na França, afirma que a China (incluindo Hong Kong) deve se tornar o oitavo maior consumidor de vinho do mundo em 2012.

Atualmente, os maiores consumidores são França e Itália (cada um com cerca de 12,7% do mercado total, de US$ 100 bilhões).

Depois deles, vêm EUA (11,1%), Alemanha (10,3%) e Reino Unido (5,4%).

Ao lado de Argentina, Espanha, Rússia e Romênia, a China consome 2,2% do mercado mundial.

Para Demei, entretanto, o consumidor chinês ainda consome pouco vinho nacional.

Na opinião dele, após o prêmio, "os consumidores de fora prestarão mais atenção aos vinhos chineses do que os próprios chineses".

Tradicionalmente, bebida não é popular na China. Contudo, segundo Demei, "a cada ano consumimos mais vinho em detrimento de bebidas alcoólicas locais", já que a nova geração tem mudado seus hábitos em relação ao consumo.






Curso de Champanhe e Espumantes

 Curso de Champanhe e Espumantes (27/2)

No próximo dia 27 de fevereiro, o escritor e crítico de vinhos Aguinaldo Zackia Albert ministrará o Curso de Champanhe e Espumantes especialmente para os associados e amigos da Sbav.

Além de degustar champanhe e outros espumantes produzidos em diferentes países, os participantes conhecerão a história, as principais regiões produtoras, métodos de elaboração, classificações, entre outros aspectos dessa fascinante bebida, que conquistou amantes em todo o mundo.

Como material didático, será fornecido um exemplar do livro Borbulhas, de autoria do palestrante.
Aguinaldo Zackia Albert é ex-presidente da Sbav-SP, escritor, crítico e professor de vinhos.

É colaborador de revistas especializadas, editor do site www.degustadoresemfronteiras.com.br e autor dos livros.
O admirável novo mundo do vinho e as regiões emergentes, Sabores do Alentejo
e Borbulhas, da editora Senac.

Faça já a sua inscrição!
Dias: 27/2 (segundas-feiras)
Horário: 19h30
Locais: Sala Miolo de Degustação - Rua Estados Unidos, 96
Valor:  R$ 80 (sócios) e R$ 120 (não-sócios)
Reservas: 11 3814-7905 ou vinho@sbavsp.com.br













quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Boucherie Boutique de Carnes de Paris chega agora no Brasil





A Gastronomia sempre resgasta suas tradições veja que o Brasil, através de alguns chefs franceses e alguns empresarios de São Paulo e Rio e Janeiro trazem essa moda conheça um pouco. 


La Boucherie Lecoeur, Paris
Calma, vou explicar logo, “Boucherie” nada mais é que um Açougue, mas este é especial por pertencer ao meu amigo Gérald Lecoeur. E como está situado em Paris, é um açougue do primeiro mundo, isto é, um açougue de luxo ou melhor definindo: Uma boutique de carnes.
Não era para escrever sobre ele agora, por ser este lance muito semelhante a um texto que acabei de distribuir pelos meus poucos leitores, no qual falava de outro amigo, o Laurent, sapateiro, também de Paris. Mas, minhas inúmeras fans ( mulher, cunhada, duas sobrinhas e a neta Aninha), exigiram que botasse no papel logo. Relutei também, por ter sabido que estavam duvidando das minhas histórias e aventuras, dizendo que não passavam de contos de ficção de um gabola sonhador. Foi quando minha netinha, lá de São Sebastião do Paraíso, nos confins de Minas, onde está morando, me passou um e-mail:
- Vô, agora você tem fotografias e testemunhas e pode fechar essas bocas maledicentes. Não ligue e vá em frente, ou melhor, sente no computador e mande brasa.
Falou e disse, Aninha querida, vou tentar imprimir as fotos, vou citar duas testemunhas insuspeitas, seus telefones e quem quiser que confira. Vou fechar as bocas dos maledicentes ou maldizentes, difamadores e caveiristas.
La Boucherie Lecoeur, de propriedade de Gerárd Lecoeur, fica no nº 200 da rua de Tolbiac, no 13º arrondissement de Paris, seu código de endereço postal é 75013 e seu tel. é 45.89.29.56. Para quem quiser se certificar e telefonar, vai ser atendido por Madeleine, uma bonita francesa, co-proprietária e... etc. O Gerárd é uma figura de uma simpatia formidável. No seu jaleco de um branco impecável, camisa social também branca e uma bonita gravata de seda, mais parece um medico, embora quando por cima, põe o avental, fique parecido com um legista, como eu pilheriava com ele. É um homem bonito, como podem ver pela fotografia, mais bonito e másculo que a maior parte dos artistas da Globo. Contrariando as más línguas, que gostam de denegrir os franceses, é de uma simpatia , educação e cordialidade, que nem no Brasil se faz mais.Estava sempre sorrindo e rindo a toa, talvez por ser rico. Não ha quem não simpatize de cara, com ele.
Quem nos indicou essa “boucherie” foi o Mariosinho, filho do querido e saudoso jornalista, Mario Rocha, que estava em Paris fazendo mestrado de Farmacologia e morava perto, na Casa do Brasil, ali no “Boulevard Jourdan”. Como nós estávamos morando também perto, na “Place de Italie”, lá poderíamos comprar carnes já preparadas e temperadas, com os devidos acompanhamentos, terminar no micro-ondas do ap e comer “superbes” pratos da “merveilleuse” cozinha francesa, por custo inferior a 10% dos preços dos restaurantes. E, depois de sermos apresentados por Mariosinho, ainda ganhamos bônus, representados por temperos e molhos especiais. E, acima de tudo, ficamos amigos do Gerard. Quando lá íamos para nossas modestas compras, éramos recebido com muito alegria.
- Oh, lá, lá !!! Bonjour mon ami brésilien !!! Comment allez-vous ? Un verre de Beaujolais, pour votre plaisir !!!
E a festa começava. Praticamente nos arrastava para seu escritório-cozinha-bar-sala de refeições, nos fundos da loja, onde em um sólida mesa de madeira, a partir das 3 horas da tarde, que era a hora de começarem a chegar os “compagnons”, estava servida a mais apetitosa, luxuriante, e pecaminosa “table de hors-d’oeuvres” do mundo. Está aqui a relação de algumas das iguarias ( tomei nota, para não me esquecer ) : patês, quenelles (bolinhos de peixe com molho branco ), crepinettes ( pequenas salsichas picantes ) , fiambres, cuisses de grenouilles (coxinhas de rã), escargots, jambons de Bayonne, oeufs Rossini (ovos com trufas e vinho Madeira), saucissons e o meu preferido, bouchées á la reine (formas pequenas de massa folhada recheadas com frango ou vitela e cogumelos), não faltando um grande pote de barro cheio de “rilletes de porc” (espécie de patê, feito de pedaços de carne de porco cozidos na própria gordura e servido frio). Numa mesa a parte, ficavam as inúmeras qualidade de queijos e variedades de pães, não faltando as indispensáveis “baquettes”, colocadas dentro de um bonito vaso de cristal. Os vinhos, ah !, os vinhos!, suas garrafas ficavam em cima do balcão do bar ou dentro duma vasilha de prata com gelo , havendo para todos os paladares.
Como sabe receber o nosso amigo Gerard. Se eu não soubesse que o negocio dava tanto lucro, imaginaria que ele o mantinha só para reunir os amigos e essas “happy hours” patrocinadas por ele, matariam de inveja qualquer milionário baiano. Que o digam Célia e Mariosinho Rocha, Clotilde Ribeiro e sua amiga Neinha, que, quando moravam em Paris, eram seus freqüentadores assíduos. E, unanimemente, concordamos que era a única maneira dos brasileiros, aventureiros em Paris, “tirarem a barriga da miséria”, literalmente.
Protelei um pouco, a descrição da “boutique”; antes queria que vissem a fachada, pela qual já podem ter uma idéia do interior, vejam o mármore verde com tiras de metal dourado incrustadas, as molduras de madeira, com granito preto, igualmente com frisos dourados e o discreto letreiro, LECOEUR, apenas. As portas de “blindex”, sempre fechadas, por causa do ar condicionado. O toldo discreto, em branco com listas verdes, protege do sol e da chuva. Vejam o bom gosto da bem arrumada vitrine.
Entremos, “s’il vous plaît”. Pisemos o impecável piso de mármore rosa e veremos, logo à direita, a estante com uma variedade enorme de condimentos que não vou relacionar, pois são mais de quarenta e numa prateleira mais baixa, vasos bojudos, contendo muitos dos molhos e temperos, indispensáveis na boa cozinha francesa. Alguns deles são cremosos e leves com delicados sabores de ervas, vinhos e outros aromas. Outros são fortes e picantes. Em todos os vasos, rótulos com nome, respectivos ingredientes e a receita de como melhor emprega-los. Vamos adiante e veremos o longo balcão frigorífico, nos chamando a atenção, de logo, as bundinhas de porco alinhadas ao longo da prateleira, lembrando as meninas deitadas nas areias da praia e ficamos ofuscados pela variedade de carnes de boi , vitela, porco, cordeiro, coelho, peru, ganso, galinha d’angola e outras aves, inclusive faisão.

Em outro canto, fica a “Charcuterie” com uma variedade grande de patês, presuntos, chouriços, embutidos e defumados. Junto, outros balcões com queijos diversos , nem todos, pois a França tem mais de 250 tipos, a maioria de excelente qualidades, mas alguns não tem quem agüente, nem o cheiro.
Adiante, outro balcão frigorífico ao longo da parede à direita de quem entra. Nele, pratos já preparados, exibindo as “nombreuses spécialités de l’Artisan Boucher Gerard Lecouer”, bastando um forno ou um micro-ondas para servi-los, esses eram que, quando decidíamos fazer uma extravagância, gastando até 70 francos, levávamos para fazer uma refeição especial em nosso apartamento. A parte dos vinhos é sortida, mas não aconselho, são todos muito caros, e só os provo quando Gerard me serve. De graça bebo até Don Perignon, 1947.
Sim, podem crer, a BOUCHERIE LECOUER, 200, rue de Tolbiac, Paris, que afinal não passa de um sofisticado açougue ou casa de carnes, poderia tranqüilamente, estar localizada em qualquer “shopping” do Brasil e talvez, fosse a mais bonita boutique dele.
Em resumo : Meu amigo Gerard Lecoeur tem uma grande e seleta freguesia, ganha muito e em, compensação, diverte-se mais ainda.


Chega, já são 13 horas e o cheiro da “cassoulet” que minha mulher preparou está irresistível e vou lá enfrenta-la, armado de um bom vinho Médoc, geladinho. E lembrar Paris. Ah ! Paris !
Para vocês: “Bon appetit !!!”
Set - 2001
Luciano Costa Reis
lureis@e-net.com.br

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10 dicas para uma negociação salarial de sucesso

10 dicas para uma negociação salarial de sucesso

Normalmente, a discussão sobre salário começa bem antes de você ser chamado para a vaga. Tudo começa na primeira conversa que você tem com o selecionador, que na maior parte dos casos é feita por telefone. É nesta "pré-entrevista" que o profissional de RH vai querer saber, entre outras coisas, quanto você quer ganhar e quanto ganhou - ou está ganhando - no último ou atual emprego. Se o seu perfil e sua pretensão salarial estiverem de acordo com a vaga pretendida, o selecionador vai marcar a primeira entrevista pessoal com você - onde a questão salarial será tratada novamente.

Para o diretor de RH da Microsiga, Flávio Balestrin, muitos candidatos ainda enfrentam relutância em falar da importância que o salário tem nas suas vidas. "Se eu faço a seguinte pergunta - Qual é a importância do dinheiro na sua vida? - muitas pessoas tremem de medo e não sabem o que dizer. É preciso ser sincero e não ter vergonha de dizer o quanto a questão salarial é importante, mas salientar também outras coisas, como a oportunidade de estar trabalhando naquela empresa, a ascensão profissional que terá nesta nova posição, entre outros aspectos". Da mesma forma, quando o selecionador perguntar sobre o seu último ou atual salário e quanto pretende ganhar, a dica de Flávio é: não minta. "O bom entrevistador consegue identificar qual a sua remuneração real, seja pelo perfil da vaga ou pela desenvoltura com que o candidato coloca as informações".

Na entrevista de emprego, discutir sobre o salário costuma ser o momento mais desconfortável. Antes de argumentar, é preciso lembrar que ambos os lados estão cumprindo seus papéis, então não encare este processo como uma luta entre antagonistas. Aliás, seu objetivo é mudar de lado na mesa, quebrando as barreiras e trabalhando em equipe. Assim, o processo de comunicação se abre.

Para isso, mostre o quanto você está feliz com a oportunidade e questione sobre todas as ramificações da oferta. Além de desarmar o nervosismo, suas perguntas podem ser valorizadas. Lembre-se que a negociação de salário tem uma posição importante no desenvolvimento das relações com o novo emprego. Afinal, este pode ser seu último teste. Confira 10 dicas de como tratar o tema e conseguir o que você quer:

1. Esteja preparado
Faça uma pesquisa de mercado e, levando em conta suas necessidades, estabeleça um nível razoável para salário e benefícios adicionais - como bônus, ações e férias. Certifique-se que este "pacote" atende às suas expectativas, para não ter problemas futuros. Tenha justificativas na ponta da língua para defender sua proposta, como experiência e competência.

2. Seja firme
A maioria dos negociadores procura escapar com reações hostis. Evite esta cilada fazendo uma oferta razoável e apropriada e permaneça nesta posição até a outra parte oferecer uma boa razão para você mudar.

3. Seja prudente
Mantenha sua proposta em mente. O objetivo é atingir um acordo que satisfaça a ambas as partes. Se a discussão está longe de um acordo, pense em outra proposta. Use sua energia para criar soluções, não para armar uma batalha.

4. Controle a ansiedade
Deixe a negociação para o fim da entrevista. Deixe a conversa rolar, conquiste o empregador e então fale sobre valores.

5. Primeiro, a empresa
Quando o empregador faz a proposta antes, você tem a oportunidade de revisar sua própria proposta. Compare o valor posto na mesa com a faixa salarial do mercado para chegar a uma conclusão satisfatória.

6. "Quanto você tem em mente?"
Para responder a pergunta, dê uma resposta mais ampla, sem citar valores específicos. Você pode dizer "Em procuro algo em torno de X reais". Deixe claro que você está familiarizado com a média do mercado.

7. Comece com o tom certo
Deixe a pessoa saber que você vai ouvir e procurar entender o ponto de vista da empresa. Ao mesmo tempo, mostre que você espera o mesmo. Assim, vocês trabalham em conjunto para chegar a um consenso. Evite ultimatos, ameaças e outros comportamentos rígidos.

8. Tenha uma carta na manga
Crie possíveis soluções para um impasse e coloque-as na mesa. Juntos, sem compromisso formal, empresa e candidato podem decidir qual é a mais vantajosa para ambos.

9. Deixe claro seus interesses
A negociação deve satisfazer uma lista de necessidades, não apenas a salarial. Outros tipos de compensação podem ser válidos - como divisão de lucros, ações, bônus, mais responsabilidade, uma agenda de promoções, férias maiores ou horários flexíveis.

10. Foque em um critério
É muito mais fácil persuadir alguém quando a proposta é fundamentada em um critério objetivo, como pagamento por experiência, competência ou tempo de casa. Procure saber em qual linha você se encaixa na empresa.

Após a negociação, reflita sobre os pontos que você acertou e os que errou. Com esta auto-análise, o processo será mais tranqüilo da próxima vez.

Leia mais:





Frases dos Grandes Pensadores do Século XX

O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência.

O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade.


Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem uma vez por ano.


Uma mulher perdoará um homem por tentar seduzi-la, mas não o homem que perde essa oportunidade quando ela lhe é oferecida.


A vida não passa de uma oportunidade de encontro; só depois da morte se dá a junção; os corpos apenas têm o abraço, as almas têm o enlace.


O problema de resistir a uma tentação é que você pode não ter uma segunda oportunidade.


A capacidade pouco vale sem oportunidade.


A vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades.


Aquele que se recusa a abraçar uma oportunidade única perde o prémio tão seguramente como se tivesse falhado.


"Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...

Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.

Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará".

Me Dê Esta Oportunidade e Verás, que Suas Expectativas Não Serão Frustradas....!!!!!
Biejos...!!!!Abraços...!!! Um Cheiro...HHHUUUMMM...!!!


Não há amor possível sem a oportunidade dos sujeitos.


Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa.


Há homens e mulheres que fazem do casamento uma oportunidade de adultério.


Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir.


O fracasso é a oportunidade de começar de novo com mais inteligência e redobrada vontade.


Nada é tão poderoso no mundo como uma ideia cuja oportunidade chegou.


O pessimista é aquele que reclama de barulho, quando a oportunidade bate à sua porta.


O arrependimento sincero é geralmente resultado da oportunidade perdida.


Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade; um otimista vê uma oportunidade em cada dificuldade.
FONTE DE INFORMAÇÃO UOL.