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quarta-feira, 27 de março de 2013

Anuário Vinhos do Brasil ressalta qualidade do Espumante Garibaldi Brut Rosé Primícias


Rótulos da Cooperativa Vinícola Garibaldi integram a lista dos Melhores Vinhos do Brasil

O Espumante Garibaldi Brut Rosé Primícias ficou entre os melhores vinhos do país no Anuário Vinhos do Brasil, com 88 pontos. A análise às cegas foi feita pelo jornalista e expert em vinhos Marcelo Copello, que avaliou mais de 550 rótulos de 85 vinícolas. Também figuram na lista os espumantes Garibaldi Moscatel Rosé (85 pontos) e Garibaldi Moscatel (85).
Os tintos Chalet du Clermont Varietal Merlot e o tinto Chalet du Clermont Assemblage (Cabernet Sauvignon / Merlot) receberam 85 pontos cada, confirmando assim suas características de vinhos sofisticados.
“Nossa experiência na elaboração de vinhos, o uso de técnicas modernas e as safras de alta qualidade deram origem a bebidas singulares”, observa o presidente da empresa, Oscar Ló.
Em sua segunda edição, o Anuário Vinhos do Brasil avaliou às cegas 554 amostras, provenientes de 85 produtores localizados em seis estados brasileiros. Editado em parceria com o Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), a publicação traz também dados setoriais sobre o mercado brasileiro de vinhos. É editado em português e inglês.

Fogo de Chão homenageia Bassi


    Um dos maiores especialistas em cortes de carne do Brasil, Marcos Bassi, nos deixou na tarde deste domingo.
    Mestre em cortes de carnes, conhecedor profundo no assunto, Bassi foi um pioneiro, pois batalhou desde pequeno por seus sonhos e os realizou.
    Filho de imigrantes italianos, Bassi já mostrava seu interesse por carnes e conseguiu abrir seu primeiro açougue no Mercado Municipal. Em 1978, inaugurou o primeiro restaurante Bassi.
    Soube como poucos construir um nome forte, uma reputação e manteve sempre o ar da simplicidade e da cortesia no trato com todas as pessoas.
    Devemos a ele a descoberta de cortes de carnes que antes eram consideradas “carnes de segunda”, como a fraldinha e o bombom de alcatra, e que hoje não faltam em um bom churrasco brasileiro.
    Devemos também parte do enorme prestígio que o churrasco alcançou entre os brasileiros.
    Que o conhecimento, carisma e empenho que ele nos deixou continuem e façam com que novos mestres em cortes de carnes surjam embalados e inspirados na figura de Marcos Bassi.

    Crédito desburocratizado na hotelaria.


    Pela primeira vez o Conselho Nacional de Turismo realiza reunião com as entidades representativas do Turismo e da Hotelaria em uma cidade diferente de Brasília. O ministro Gastão Vieira comanda o encontro hoje, às 15h, durante o 55º Congresso Nacional de Hotéis (CONOTEL), no Transamérica Expo Center (SP). Enrico Fermi, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), pede apoio ao Ministério para a volta da garantia evolutiva para facilitar o acesso ao crédito pela hotelaria. “As linhas de financiamento existentes para o setor são inviáveis devido à exigência de garantias reais equivalentes a 130% do valor solicitado. A hotelaria brasileira é composta por hotéis independentes (93%) e de pequeno porte (73%), que são os que mais necessitam de incentivos e responsáveis pela consolidação das cidades como destinos turísticos”. O 55º CONOTEL acontece nos dias 25, 26 e 27 de março, no Transamérica Expo Center (SP).

    55º CONOTEL

    Data: 25, 26 e 27 de março
    Local: Transamérica Expo Center – São Paulo / SP
    Endereço: Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro
    Horário: 11h às 22h30
    GT MARKETING E COMUNICAÇÃO - (11) 5053-6100
    Giovanna Zanaroli – giovanna.zanaroli@gtmarketing.com.br
    Luciana Albernaz – luciana@gtmarketing.com.br

    55º CONOTEL - SBClass não é fiscalizado, informa Ministério do Turismo

    Com baixa adesão, MTur pretende implantar mudanças para incentivar a adesão da hotelaria

    No segundo dia do 55º CONOTEL (Congresso Nacional de Hotéis), que acontece até dia 27 de março no Transamérica Expo Center, em São Paulo, o sistema de classificação de meios de hospedagem por estrelas do Ministério do Turismo (MTur), SBClass, foi apresentado por Jair Galvão, coordenador-geral de Serviços Turísticos do órgão, que lamentou o fato de não haver ainda fiscalização por parte do Ministério ao cumprimento dos critérios estabelecidos para classificação. Lançado há seis meses, o sistema tem 33 meios de hospedagem categorizados.

    “Desde 2008, quando o SBClass começou a ser discutido, não se pensou de que forma seria feita a fiscalização. Há duas semanas apresentamos ao Conselho Nacional de Turismo uma proposta para que isso seja feito por agentes fiscais treinados e parceiros de outras entidades públicas. Estamos no aguardo da aprovação pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira”, informou Jair Galvão.

    Para aumentar a adesão ao sistema de classificação dos meios de hospedagem, o Ministério do Turismo está disposto a firmar parcerias regionais com o intuito de realizar uma verdadeira força-tarefa para dar mais velocidade ao processo. “Pretendemos criar a figura do promotor do SBClass em cada localidade para dar assistência aos empreendimentos interessados. O Ministério do Turismo está interessado em adaptar o sistema, que é bem dinâmico, à realidade regional”, completou o coordenador do MTur.

    A adesão ao SBClass é voluntária. A inscrição é feita via internet mediante o pagamento de taxa de inscrição que varia de R$ 838,64 a R$ 5.031,34, dependendo do porte do meio de hospedagem. A maior parte dos empresários da hotelaria desconhece o funcionamento do sistema e está inseguro quanto à classificação. “Em cidades com rede hoteleira mais antiga, como é o caso de Recife e Rio de Janeiro, a resistência é maior. O receio destes hotéis serem enquadrados pelo SBClass em uma categoria inferior à declarada há anos existe. Mas aos poucos percebe-se que se trata de uma ferramenta para aumentar a competitividade e a exposição de nossa rede hoteleira no mercado internacional”, diz Enrico Fermi, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH).

    55º CONOTELData: 25, 26 e 27 de março
    Local: Transamérica Expo Center – São Paulo / SP
    Endereço: Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro
    Horário: 11h às 22h30
    Divulgação: GT Marketing e Comunicação - (11) 5053-6100
    Giovanna Zanaroli – giovanna.zanaroli@gtmarketing.com.br
    Luciana Albernaz – luciana@gtmarketing.com.brc

    Food Hospitality World 2013 - Campeonato Brasileiro de Preparo de Café


    terça-feira, 26 de março de 2013

    Escola de Confeitaria Diego Lozano























    Curso de Doces Finos para Casamento.

    3 dias de curso (12 Horas)

    Investimento: R$ 960,00

    Mais informações pelo email:

    cursos@escoladeconfeitaria.com.br

    Panificação Brasileira Padaria































    http:loja.panificacaobrasileira.com.br

    CHOCOLATE


    CHOCOLATE

    Chocolate
    Dia 26 de março é o Dia do Cacau. Que coincidência, na semana que precede a Páscoa. Se você já estava com um pouco de vontade de comer chocolate, essa comemoração é tudo que precisava para dar o pontapé inicial.
    Roberto Carlos não é exatamente um chocólatra porque come com moderação, mas podemos dizer com toda certeza que é um consumidor regular. Não passa um dia sequer sem que coma pelo menos um bombom.
    Sorvetes de chocolate, de côco com calda de chocolate, bolos, torta alemã, mousses, cookies com pedaços de chocolate, tudo isso faz parte dos lanchinhos servidos no estúdio Amigo.
    Mas, de todas as deliciosas receitas uma das mais pedidas é a do famosos Brownie.
    Um verdadeiro sucesso!
    Aproveite e anote a receita usada no Estúdio Amigo e que Roberto Carlos adora!
    BROWNIE:
    Ingredientes:
    . 8 colheres de sopa de Nescau
    . 9 colheres de sopa de chocolate em pó
    . 1 copo (de requeijão) de açúcar
    . 3/4 copo (de requeijão) de farinha de trigo
    . 4 ovos inteiros
    . 1 tablete de manteiga
    Derreta o tablete de manteiga em fogo baixo, misturando os ingredientes e mexendo sempre até formar uma pasta uniforme.
    Leve a massa ao forno pré-aquecido em forma untada com manteiga e farinha
    Tire do forno antes de ficar totalmente sequinho. Quando estiver com cara de bolo por fora, mas por dentro ainda estiver úmido, estará pronto!
    No estúdio Amigo este bolinho é servido cortado em retângulos de aproximadamente 8 x 5 cm, ainda quente e acompanhado de sorvete.
    E para embalar o Dia do Cacau, selecionamos esta canção:
    Obs: A receita oficial do Brownie leva passas e castanhas picadas que são acrescentadas à massa. Roberto Carlos prefere o bolinho só de chocolate.

    Clube do Alambique Bacalhau com cachaça e purê de batata


    Bacalhau com cachaça e purê de batata


    INGREDIENTES

    4 postas de bacalhau
    4 cebolas
    4 dentes de alho
    1 folha de louro
    Azeite extra virgem
    2 copos de leite
    1 copo de cachaça amarela de qualidade
    1 kg de batatas
    1 colher de sopa de manteiga
    Farinha de trigo
    Sal
    Pimenta do reino
    Colorau


    MODO DE PREPARO

    Deixe as postas de bacalhau de molho para reidratar e retirar o excesso de sal. Seque as postas, passe-as na farinha de trigo e depois as regue com 1 copo de leite fervendo. Frite as postas em azeite bem quente até que fiquem ligeiramente douradas.

    Forre o fundo de uma travessa untada com manteiga com rodelas de cebolas finas, alho picado ou fatiado, uma folha de louro e pimenta do reino. Em cima coloque as postas de bacalhau, sobre elas despeje um copo de cachaça e polvilhe com colorau. Regue com azeite.

    purê não tem mistério: descasque as batatas para cozinhá-las em água temperada com sal. A dica aqui é colocar uns dois dentes de alho socado para ferver junto e acentuar o paladar.

    Depois de cozidas, esprema as batatas, misture com a manteiga e junte leite quente (1 copo aproximadamente) batendo energicamente para obter um purê firme e fofo. Para isso todos os ingredientes devem estar quentes.

    Rodeie as postas de bacalhau com o purê e leve ao forno aquecido a 190ºC até dourar. Enfeite com salsa e sirva quente acompanhado de uma boa salada mista.

    Ex-faxineiro fatura R$ 1 milhão com loja colaborativa


    Com a loja “Como Assim?!...”, Tedd Albuquerque colocou em prática um modelo de negócio que permite a pequenos lojistas venderem seus produtos com uma despesa menor de aluguel

    Divulgação
    Tedd Albuquerque, em cenário produzido para divulgação de seu livro "Como Assim?!..."
    Bancário, carregador de móveis, vendedor de cachorro-quente, fabricante de carrinho de cachorro quente, vendedor de marmita, garçom, faxineiro, assistente de importação, importador de muambas do Paraguai e, finalmente, empresário.
    Essa é a trajetória profissional de Ednelson Albuquerque, mais conhecido como Tedd Albuquerque, 48, proprietário da loja “Como Assim?!...”, retratada no livro com o mesmo nome da sua empresa, recém-lançado pela editora Biografia. 
    Pernambucano, Albuquerque se mudou para São Paulo há 25 anos em busca de emprego. Sem formação universitária e com pouco dinheiro para se manter na capital paulista, dormiu em pensão e alugou uma cama para passar as noites. “Estava disposto a trabalhar com qualquer coisa para conseguir, pelo menos, dividir um apartamento com um colega”, recorda.
    Após quase dez anos de trabalho duro, Albuquerque conseguiu um emprego em uma agência de turismo para trabalhar com promoção de eventos. Permaneceu nesse trabalho por quatro anos até que decidiu fazer uma viagem para a Europa com o dinheiro que havia guardado dos empregos anteriores.
    Durante a estadia no exterior, conheceu um estilo de negócio bastante peculiar no continente europeu: a empresa colaborativa. Nesse tipo de empreendimento, uma loja é composta por vários vendedores independentes, geralmente artesãos. “Tive um clique e decidi: vou trazer esse modelo para o Brasil”, conta Albuquerque.
    De volta ao Brasil e com pouco dinheiro, o pernambucano decidiu promover uma feira nos moldes colaborativos em um estacionamento na capital paulista. Lá, reunia artesãos e cobrava uma taxa de aluguel pelo espaço. Para fugir de problemas como o mau tempo, que atrapalhavam os negócios, mudou-se para um espaço maior há 13 anos no Shopping Center 3, na Avenida Paulista – onde a feira ocorre até hoje, sempre aos domingos.
    Expansão dos negócios
    Arquivo pessoal
    Tedd Albuquerque com o uniforme para vender cachorro-quente, na década de 1990
    Já capitalizado, Albuquerque expandiu o negócio e abriu a loja colaborativa “Como assim?!...”, há cinco anos, na Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo.
    Com três andares e um restaurante, o estabelecimento conta com produtos de 46 artistas, entre sapatos, roupas, sabonetes, bolsas e lenços. “Aos sábados, recebemos cerca de 6 mil pessoas”, contabiliza. O empresário se considera uma espécie de incubadora do varejo e o faturamento anual, segundo ele, já é de R$ 1 milhão.
    A artesã Norma Pereira, que não revela sua idade, é uma das expositoras. Ex-vendedora da loja, ela sempre teve o desejo de vender os próprios produtos. Foi quando teve a ideia de chamar um colega que produzia sapatos ecológicos para uma parceria. Há dois anos os dois criaram a Sapatos Norma Lee.
    O estande de Norma vende uma média de 350 sapatos por mês (ao preço médio de R$ 70). O faturamento, contudo, não é revelado pela empresária. “O conceito colaborativo é perfeito para o meu negócio, que está começando agora”, explica ela.
    Para um espaço de 12 metros quadrados na loja, a empresária paga a Tedd um aluguel de R$ 1.600, mais as taxas de administração que correspondem a 5% das vendas. Já na feira, ela paga R$ 1.300 por três metros quadrados. Apesar de satisfeita, Norma deseja abrir a própria loja, fora do modelo colaborativo.
    Divulgação
    A empresária Norma Pereira, dona da loja de sapatos ecológicos Norma Lee
    “Estou fazendo minha clientela para depois montar a minha loja. Precisaria do triplo do dinheiro para bancar o aluguel de um ponto próprio”, explica a empresária.
    Ao contrário de Norma, Marcos Osmar, 55 anos, que tem um estande de artigos diversos na loja e na feira organizada por Tedd, não pensa em abrir um ponto independente. O motivo: evitar dor de cabeça. “Para ser dono de uma loja [independente], você precisa ter uma fonte forte de renda e custear um alto valor de aluguel. Muitas vezes, as vendas não cobrem os gastos e você fica no prejuízo”, explica o vendedor.
    Osmar teve duas lojas da marca Imaginarium em shoppings da capital paulista, mas vendeu os pontos para criar sua própria empresa de artigos criativos. “Acabei decepcionado com a franquia. Nos meus estandes [na feira e na loja], quando o movimento está ruim, está bom”, brinca ele, que expõe 35 produtos por dia e não revela seu faturamento.
    Para um espaço de nove metros quadrados no Shopping Center 3 e na loja de Tedd, Osmar paga um aluguel de R$ 2,2 mil (só aos domingos) e R$ 1,5 mil, respectivamente. “O aluguel na feira é caro, mas a relação entre custo e benefício é boa”, pondera
    Modelo em expansão
    Para Gustavo Carrer, consultor do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), o modelo de espaço colaborativo encontra bastante espaço para expansão no Brasil, uma vez que há poucas lojas operando dessa forma.
    Antes de abrir um negócio desse tipo, no entanto, o consultor alerta o empreendedor a manter uma identidade na loja. "O consumidor precisa ver o estabelecimento e saber que lá encontra os produtos que deseja", explica.
    Já para artesãos que planejam ter um estande em uma loja colaborativa, vale a dica de não contar apenas com esse canal para turbinar o faturamento ou apenas manter as contas no azul. "Ele [comércio colaborativo] é bom para quem está começando, mas é importante ter um outro canal de venda, como uma pequena loja ou um site, para não perder clientes caso o contrato com o dono da loja seja rompido repentinamente", indica Carrer. 
    Patrícia Basilio - iG São Paulo  - Atualizada às